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Israel lança ofensiva para ocupar Cidade de Gaza, diz site

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Ataque de Israel atinge edifício na Cidade de Gaza em 15 de setembro de 2025.

Foto: REUTERS/Dawoud Abu Alkas

Ataques aéreos e tropas foram vistos na região na noite desta segunda-feira (15). Governo israelense diz que tem como objetivo eliminar o grupo terrorista Hamas

O Exército de Israel iniciou uma ofensiva terrestre para ocupar a Cidade de Gaza, na Faixa de Gaza, nesta segunda-feira (15). Segundo o site Axios, que cita autoridades israelenses, o objetivo é eliminar o grupo terrorista Hamas.

Testemunhas relataram que uma série de ataques aéreos foi lançada contra a Cidade de Gaza durante a noite desta segunda. Em seguida, tropas também avançaram pela região. As Forças de Defesa de Israel ainda não confirmaram a operação oficialmente.

A ofensiva começou um dia depois de uma reunião entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Segundo o Axios, fontes do governo israelense afirmaram que o presidente Donald Trump apoia a operação, desde que seja rápida.

Na tarde desta segunda-feira, Trump declarou que recebeu informações de que o Hamas teria movido reféns mantidos em Gaza desde outubro de 2023 para a superfície, a fim de usá-los como "escudos humanos".

"Espero que os líderes do Hamas saibam no que estão se metendo se fizerem tal coisa. Esta é uma atrocidade humana, como poucas pessoas já viram", escreveu em uma rede social.

No domingo (14), a agência Reuters informou que ataques aéreos contra a Cidade de Gaza estavam se intensificando, com mais de 30 prédios residenciais destruídos. Parte da população também precisou deixar o local. As forças israelenses afirmam ter atingido alvos terroristas.

Israel já havia declarado que tinha planos de tomar a cidade para eliminar o que chamou de "último bastião" do Hamas. Cerca de 1 milhão de pessoas vivem na região.

A guerra entre Israel e o Hamas começou em outubro de 2023, após um ataque do grupo terrorista matar mais de 1,2 mil pessoas no sul do país. A ofensiva israelense já matou mais de 63 mil palestinos, a maioria civis, de acordo com autoridades locais de saúde.

Fonte: g1.globo.com

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