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Observatório da Cidadania trouxe dados para construção de políticas públicas sólidas, afirma Viviane Luiza

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Viviane Luiza.

Foto: Divulgação

Enquanto esteve à frente da Secretaria de Estado de Cidadania de Mato Grosso do Sul, a historiadora, antropóloga, gestora pública e pré-candidata a deputada federal, Viviane Luiza, atuou na construção do Observatório da Cidadania

Enquanto esteve à frente da Secretaria de Estado de Cidadania de Mato Grosso do Sul, a historiadora, antropóloga, gestora pública e pré-candidata a deputada federal, Viviane Luiza, atuou na construção do Observatório da Cidadania. A iniciativa consiste em um monitoramento contínuo de indicadores sociais realizado pela própria Secretaria em parceria com a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

A ferramenta organiza as informações em painéis visuais e interativos que permitem uma visualização detalhada por município e por grupo étnico-racial. O intuito é promover políticas públicas de forma confiável e baseada em evidências, fortalecendo a participação social e oferecendo uma visão mais ampla das diferentes realidades que compõem o Estado.

“Anteriormente, não havia dados para que as políticas públicas fizessem sentido. Hoje, temos o Observatório da Cidadania, que nos traz dados para conhecer a realidade, como o número de jovens, mulheres, entre outros grupos. Acredito que a minha experiência em pesquisa me ajudou a enxergar a necessidade desse diagnóstico para a construção de ações mais sólidas”, afirma Viviane.

Além disso, ela conta que percorreu os 79 municípios de Mato Grosso do Sul para entender a realidade de cada uma das regiões do Estado. “Não é uma receita de bolo. A cidadania existe há mais de 3 mil anos, mas ainda é vista como um conceito abstrato. A gente precisa mostrar, com medidas efetivas, que ela está diretamente vinculada a áreas fundamentais como educação, saúde e segurança pública”.

O painel centraliza dados sobre educação, moradia, renda, religião e outros indicadores para apoiar ações mais eficazes. Mais do que isso, os recortes permitem ao poder público mapear fatores como território, raça, economia e fé, desenhando a política pública ideal para cada cenário.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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