A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul informou, nesta quinta-feira (5), que as suspeitas de irregularidades investigadas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), no âmbito da Operação Infiltrados II, já estavam sendo apuradas internamente pela instituição há aproximadamente quatro meses.
Segundo nota divulgada pela corporação, a Corregedoria-Geral havia instaurado um inquérito policial e um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar os fatos e identificar possíveis responsabilidades de servidores envolvidos.
Durante esse período, a Polícia Civil afirma ter adotado uma série de medidas administrativas e correcionais, entre elas a remoção de servidores, a revisão de procedimentos operacionais e a realização de uma correição extraordinária na unidade policial investigada.
De acordo com a instituição, as providêncas tiveram como objetivo identificar eventuais irregularidades e reforçar os mecanismos de fiscalização e controle interno.
Nesta quinta-feira, a Corregedoria-Geral também acompanhou o cumprimento dos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão executados pelo Gaeco durante a Operação Infiltrados II.
A Polícia Civil destacou que a participação da Corregedoria nas diligências reforça a cooperação entre as instituições responsáveis pela investigação.
Apurações continuam
Apesar das medidas judiciais cumpridas nesta quinta-feira, a corporação informou que os procedimentos internos permanecerão em andamento e que novas providências administrativas e disciplinares poderão ser adotadas conforme o avanço das investigações.
Fonte: correiodoestado.com.br
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