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Prefeitura de Três Lagoas informa sobre a incorporação do nirsevimabe ao SUS em 2026

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A incorporação do nirsevimabe foi aprovada pelo Ministério da Saúde.

Foto: Divulgação

A Secretaria reforça que a incorporação do nirsevimabe representa um avanço importante na proteção da saúde infantil

A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa sobre a incorporação do nirsevimabe, anticorpo monoclonal humano indicado para a prevenção da infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), ao Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a Nota Técnica nº 109/2025-CGICI/DPNI/SVSA/MS.

A nota técnica apresenta a descrição das maternidades com internações públicas que irão dispensar o nirsevimabe, além de orientar sobre o sistema de informação adequado para o registro das doses aplicadas, garantindo o acompanhamento e a correta vigilância da imunização. Nesse contexto, a Secretaria Municipal de Saúde informa que já está em tratativas com a Maternidade do Hospital Auxiliadora para viabilizar o processo de implantação da dispensação do imunobiológico no município, alinhando fluxos e procedimentos conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.

O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus de ácido ribonucleico (RNA), pertencente à família Pneumoviridae, e figura entre as principais causas de infecção do trato respiratório inferior (ITRI) em todo o mundo. Em bebês e crianças pequenas, especialmente naquelas com menos de seis meses de idade, a primeira infecção pode evoluir para bronquiolite grave e, em casos mais severos, levar ao óbito.

A incorporação do nirsevimabe foi aprovada pelo Ministério da Saúde, por meio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), conforme estabelece a Portaria SECTICS/MS nº 15, de 28 de fevereiro de 2025. O medicamento será disponibilizado pelo SUS a partir de fevereiro de 2026, antes do início da próxima sazonalidade do vírus.

O nirsevimabe é indicado para:

Bebês prematuros, nascidos com idade gestacional igual ou inferior a 36 semanas e 6 dias, com qualquer peso corpóreo; Crianças de até 24 meses que apresentem pelo menos uma das seguintes comorbidades: cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunocomprometimento, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular e anomalias congênitas das vias aéreas. A Secretaria reforça que a incorporação do nirsevimabe representa um avanço importante na proteção da saúde infantil, contribuindo para a redução de internações e de casos graves causados pelo VSR. Novas orientações sobre o início da dispensação e os fluxos de atendimento serão divulgadas oportunamente à população.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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