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Apesar das chuvas recentes, período seco se aproxima e acende alerta para queimadas

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Riscos das queimadas urbanas e rurais.

Foto: Divulgação

Com o início da transição para o tempo seco, a baixa umidade transforma galhadas, folhagens e terrenos baldios em combustíveis perfeitos

Embora o cenário atual ainda apresente dias chuvosos, a proximidade do período de estiagem já coloca as autoridades ambientais de Três Lagoas em estado de atenção. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agronegócio (SEMEA), já inicia os alertas e ações de conscientização para alertar a população sobre os riscos das queimadas urbanas e rurais, que tendem a disparar com a queda da umidade do ar a partir de maio.

O PERIGO OCULTO NA SECA

Com o início da transição para o tempo seco, a baixa umidade transforma galhadas, folhagens e terrenos baldios em combustíveis perfeitos. O que começa como uma “limpeza de terreno” ou queima de lixo doméstico rapidamente se transforma em incêndios de grandes proporções, gerando transtornos graves para toda a cidade.

As autoridades reforçam que, apesar das chuvas recentes, o solo e a vegetação secam rápido, e a prática de atear fogo é considerada crime ambiental. As denúncias já começaram a chegar à SEMEA, que está elaborando um plano de ação rigoroso para fiscalizar e penalizar os responsáveis.

SAÚDE EM RISCO

As maiores vítimas das queimadas não são apenas as propriedades, mas os cidadãos mais vulneráveis. O setor de saúde alerta que crianças e idosos sofrem severamente com a fumaça e a fuligem. O período é marcado pelo aumento drástico de internações por infecções respiratórias agudas, asma, bronquite, sinusite e crises de asfixia.

Além do impacto humano, o ecossistema local paga um preço alto: animais silvestres, aves e árvores nativas são frequentemente vitimados pelo avanço das chamas.

QUEM ACIONAR?

É fundamental que a população saiba distinguir o papel de cada instituição para garantir uma resposta rápida:

SEMEA: Órgão fiscalizador e de preservação. Não combate ao fogo, mas aplica multas e monitora crimes ambientais. Corpo de Bombeiros (193): Responsável direto pelo combate aos incêndios e controle das chamas. Polícia Militar Ambiental (PMA): Presta apoio na fiscalização urbana e rural, com autoridade para lavrar autos de infração e conduzir criminosos à delegacia.

DENUNCIE

A colaboração da comunidade é a principal arma contra o fogo. Se você presenciar alguém ateando fogo em terrenos ou lixo, denuncie imediatamente. Telefone para Denúncias (SEMEA): (67) 99277-8539.As maiores vítimas das queimadas não são apenas as propriedades, mas os cidadãos mais vulneráveis. O setor de saúde alerta que crianças e idosos sofrem severamente com a fumaça e a fuligem. O período é marcado pelo aumento drástico de internações por infecções respiratórias agudas, asma, bronquite, sinusite e crises de asfixia.

Além do impacto humano, o ecossistema local paga um preço alto: animais silvestres, aves e árvores nativas são frequentemente vitimados pelo avanço das chamas.

QUEM ACIONAR?

É fundamental que a população saiba distinguir o papel de cada instituição para garantir uma resposta rápida:

SEMEA: Órgão fiscalizador e de preservação. Não combate ao fogo, mas aplica multas e monitora crimes ambientais. Corpo de Bombeiros (193): Responsável direto pelo combate aos incêndios e controle das chamas. Polícia Militar Ambiental (PMA): Presta apoio na fiscalização urbana e rural, com autoridade para lavrar autos de infração e conduzir criminosos à delegacia.

DENUNCIE

A colaboração da comunidade é a principal arma contra o fogo. Se você presenciar alguém ateando fogo em terrenos ou lixo, denuncie imediatamente. Telefone para Denúncias (SEMEA): (67) 99277-8539.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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