Campo Grande voltou a figurar entre os melhores indicadores de qualidade de vida do país ao ser apontada como a 4ª capital brasileira com maior índice de progresso social, segundo o IPS Brasil 2026 (Índice de Progresso Social). No cenário estadual, Mato Grosso do Sul aparece na 7ª colocação nacional, acima da média do país e entre os estados com melhor desempenho no levantamento.
O resultado reflete avanços em diferentes áreas avaliadas pelo índice, como acesso a direitos básicos, segurança, educação, saúde, inclusão social, oportunidades e qualidade ambiental. Diferente de indicadores econômicos, o IPS mede impactos percebidos pela população na vida cotidiana.
Para a ex-Secretária de Estado da Cidadania, Viviane Luiza, os números reforçam a importância de políticas públicas integradas e da atuação transversal entre diferentes áreas do governo. A criação da primeira Secretaria de Estado da Cidadania do Brasil, em 2024, durante a gestão do governador Eduardo Riedel, foi uma das iniciativas estruturantes voltadas ao fortalecimento da articulação entre políticas sociais, inclusão e desenvolvimento humano.
“A construção de indicadores positivos passa por decisões que aproximam o Estado das pessoas. O avanço acontece quando desenvolvimento econômico caminha junto com acesso a direitos, inclusão e oportunidade”, avalia Viviane. À frente da pasta durante sua implementação, Viviane coordenou a implementação de programas e ações alinhadas com oito subsecretarias, estando bem próxima das comunidades.
Entre as iniciativas desenvolvidas ou fortalecidas no período estão ações de cidadania nos municípios, programas integrados de proteção e autonomia para mulheres, estratégias de fortalecimento técnico às gestões locais e o Observatório da Cidadania, estrutura criada para apoiar políticas públicas baseadas em dados sociais.
A atuação ocorreu em alinhamento com outras áreas estratégicas do Governo do Estado, considerando que indicadores de progresso social também dependem diretamente de investimentos em saúde, educação, segurança pública, infraestrutura, geração de oportunidades e desenvolvimento regional.
Para Viviane Luiza, o avanço representa mais do que uma posição em rankings. “Quando os indicadores melhoram, o mais importante é entender o que isso significa na prática: mais acesso, mais oportunidade e mais qualidade de vida para quem vive nos municípios”, conclui.
Segundo especialistas do IPS, o índice avalia três dimensões principais: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades, buscando medir se o crescimento econômico está sendo convertido em melhoria concreta da qualidade de vida.
Com Campo Grande liderando o desempenho estadual e Mato Grosso do Sul ampliando sua posição nacional, o resultado reforça um modelo de gestão pautado pela integração entre desenvolvimento econômico e políticas sociais.

Fonte: Assessoria de Comunicação
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