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MS recebe doses da vacina contra chikungunya e inicia estratégia piloto em Dourados e Itaporã

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Das 46,5 mil doses previstas, 20 mil já estão no Estado e serão distribuídas nesta sexta-feira (17).

Foto: Divulgação SES

A definição do público-alvo e a condução da estratégia seguem as orientações do Ministério da Saúde

Mato Grosso do Sul recebeu ontem (16) 20 mil doses da vacina contra a chikungunya (IXCHIQ), enviadas pelo Ministério da Saúde. O imunizante passa agora pelos trâmites de armazenamento na Rede de Frio estadual antes de ser distribuído. A estratégia inicial de vacinação será realizada nos municípios de Dourados e Itaporã, para onde as doses estão sendo encaminhadas nesta sexta-feira (17), de forma simultânea.

A distribuição será feita de maneira proporcional à população de cada município, considerando que Itaporã possui um contingente menor de habitantes. A SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da coordenadoria de Imunização, fará o encaminhamento das doses, enquanto a operacionalização da vacinação ficará sob responsabilidade das secretarias municipais de saúde, conforme as diretrizes estabelecidas.

Segundo a coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, a definição da estratégia considera critérios técnicos e a necessidade de organização da rede local. “As doses chegam ao Estado e, após o recebimento na Rede de Frio, serão encaminhadas aos municípios de forma simultânea. Dourados e Itaporã iniciam juntos essa estratégia, com divisão proporcional das doses, e a execução da vacinação será feita pelos próprios municípios, conforme orientação do Ministério da Saúde”, explicou.

A vacina contra a chikungunya possui esquema de dose única e é indicada para pessoas com idade entre 18 e 59 anos. Por se tratar de um imunizante de vírus vivo atenuado, há restrições: não deve ser aplicada em gestantes, puérperas, pessoas imunocomprometidas ou com doenças crônicas descompensadas, além de indivíduos com histórico de reação alérgica grave a componentes da fórmula.

A definição do público-alvo e a condução da estratégia seguem as orientações do Ministério da Saúde.

Por: Kamilla Ratier, Comunicação SES

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