Viviane Luiza fortaleceu inclusão e ampliou acessibilidade, afirma coordenadora da Central de Libras Digital Durante o período em que esteve à frente da Secretaria de Estado da Cidadania, Viviane Luiza conduziu pautas ligadas à inclusão, participação social e fortalecimento dos direitos humanos por meio da articulação entre governo, subsecretarias e lideranças comunitárias.
A Central de Libras Digital surgiu dentro desse contexto, após anos de reivindicação da comunidade surda e do fortalecimento das políticas públicas voltadas à pessoa com deficiência no Estado.
Segundo Laís Paulino, coordenadora da Central de Libras Digital de Mato Grosso do Sul, a implementação representa uma resposta concreta a uma demanda histórica.
“Um dos exemplos é a implantação dessa plataforma digital de Libras porque isso era um pedido desde quando criou a Subsecretaria da Pessoa com Deficiência no Estado, em 2021. E aí, com muito esforço e diálogo da Viviane Luiza, a gente conseguiu avançar nessa pauta trazendo essa plataforma agora para o Mato Grosso do Sul.”, afirma.
A Central de Libras Digital funciona 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados, oferecendo atendimento gratuito e acessível.
Inicialmente implantada nos postos de emissão do novo RG em Campo Grande, a proposta prevê ampliação gradual para outros serviços estaduais. O sistema busca reduzir barreiras enfrentadas pela população surda em atendimentos públicos, uma realidade frequentemente marcada pela ausência de intérpretes e pela dependência de acompanhantes para mediação da comunicação.
Laís destaca que a atuação da ex-secretária foi marcada pela construção coletiva e pelo compromisso com pautas historicamente invisibilizadas.
“A atuação da Viviane Luiza como secretária de Estado da Cidadania representou um período de diálogo e compromisso nos avanços significativos para a pauta da inclusão, da acessibilidade e da garantia de direitos das pessoas com deficiência no Estado. Através do diálogo da Viviane com o Governador, a gente conseguiu avançar para contribuir com a visibilidade das pessoas surdas ou com deficiência auditiva no Estado.”
Para além da tecnologia, especialistas e movimentos ligados à inclusão reforçam que combater o capacitismo exige mudança estrutural: reconhecer que pessoas com deficiência não precisam se adaptar ao Estado, mas que o Estado deve garantir condições reais de acesso, autonomia e participação. Nesse sentido, ferramentas de acessibilidade deixam de ser benefício complementar e passam a ocupar lugar de direito.
A ferramenta recém inaugurada, começou a funcionar nos postos de emissão da Carteira de Identidade Nacional em Campo Grande, conectando usuários a intérpretes de Libras em tempo real por videochamada.
Filha da periferia, ex-aluna da escola pública e primeira Secretária de Estado da Cidadania do Brasil, Viviane Luiza construiu sua trajetória defendendo que política pública precisa chegar na ponta.
No campo da inclusão, a Central de Libras Digital passou a simbolizar justamente isso: quando a acessibilidade deixa de ser discurso e se transforma em possibilidade concreta de cidadania.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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