O valor dos rendimentos mensais domiciliares por pessoa referente ao ano de 2025 em Mato Grosso do Sul ficou acima da média nacional. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.
No Estado, a renda média por pessoa foi de R$ 2.454, valor acima da média do Brasil, que foi de R$ 2.316. A média coloca Mato Grosso do Sul à frente de estados como à frente de unidades da federação como Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$ 2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335).
No topo do ranking aparece o Distrito Federal, com R$ 4.538 por pessoa, seguido por São Paulo (R$ 2.956) e Rio Grande do Sul (R$ 2.839). Já os menores rendimentos foram registrados no Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.390) e Acre (R$ 1.392).
Esse valor é calculado a partir da diferença entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total de moradores nas residências. No cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes como pensionistas.
A pesquisa acompanha as variações trimestrais e a evolução da força de trabalho desde janeiro de 2012. As informações são necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País.
Ranking entre as UFs / IA
Ocupação no Estado
Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2025 com a segunda menor taxa de desocupação entre as Unidades da Federação brasileira e o menor resultado da série histórica.
No 4º trimestre do ano passado, Mato Grosso do Sul tinha 2,29 milhões de pessoas em idade para trabalhar, 43 mil pessoas a mais que no mesmo período de 2024. Destas, 1,43 milhão estavam ocupadas e apenas 36 mil desocupadas.
Ou seja, a taxa de desocupação no Estado nos últimos três meses de 2025 foi estimada em 2,4%, uma queda de 0,4% em relação ao trimestre anterior, atingindo o menor valor desde o início da pesquisa em 2012.
Com relação aos rendimentos, o valor médio real mensal do trabalho principal em Mato Grosso do Sul foi de R$ 3.581, apresentando estabilidade em relação ao trimestre anterior, quando o valor ficou em R$ 3.482.
Considerando o rendimento do trabalho principal, o Estado tem o 9º maior rendimento médio habitualmente recebido entre os estados do Brasil. O maior valor foi registrado no DF (R$ 6.053,00), seguido do SP (R$ 4.221,00). O menor valor foi obtido no MA (R$ 2.078,00), seguido de BA (R$ 2.267,00).
Dos 1,43 milhão de ocupados em MS no 4º trimestre de 2025, 441 mil trabalhavam em condição de informalidade. O número mostrou uma queda de 1,6%, ou 7 mil pessoas, com relação ao trimestre anterior, quando eram 448 mil ocupados nessa condição.
Fonte: correiodoestado.com.br
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